sábado, 30 de novembro de 2013

Palmito na Moranga





















Ingredientes:
1 moranga grande;
1 vidro de palmito grande 550 g (corte os palmitos em rodelas);
200 ml de leite de coco;
1 caixinha de creme de leite de soja;
1 cebola grande picadinha;
2 tomates picados sem pele;
5 dentes de alho picados;
3 colheres de sopa de farinha de trigo;
1 caldo de legumes;
Azeite;
Cebolinha a gosto;
Sal
Modo de preparo:
Retire a tampa da moranga e as sementes, passe sal por dentro. É possível cozinhá-la de duas maneiras: A – Envolva a moranga no filme plástico e leve ao microondas até ficar macia; B – Envolva a moranga no papel alumínio e leve ao forno até ficar macia. Após cozinhar a moranga, reserve.
Dissolva as 3 colheres de sopa de farinha de trigo no leite de coco e reserve.
Em uma panela grande, refogue no azeite o alho e a cebola, quando dourar, acrescente os tomates picados e deixe dissolver. Coloque o palmito cortado em rodelas e o caldo de legumes.
Acrescente aos poucos o leite de coco com a farinha dissolvida e mexa bem. Adicione o creme de leite de soja. Verifique o sal e reserve.
Delicadamente, coloque o creme de palmito dentro da moranga, salpique cebolinha picada e sirva com arroz branco.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Convite

Convido todos os protetores, ONGs e cidadãos comuns para comparecerem à Câmara Municipal de Ribeirão Preto para uma reunião onde falaremos sobre a Causa Animal e responderei perguntas referente ao tema e minha atuação parlamentar no ano de 2013.

Dia: 02 de Dezembro de 2013 Local: Câmara Municipal de Ribeirão Preto Horário: 19h




sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Berinjelas Grelhadas com Molho de Tomate


Ingredientes:
Para as berinjelas
2 berinjelas cortada em rodelas finas
Sal e pimenta a gosto
Azeite para grelhar
Para o molho de tomate
1 kg de tomate-italiano maduro
150 ml de azeite
1/2 maço de manjericão de folhas largas (basílico)
5 dentes de alho grandes
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Preparo:
Berinjelas
Corte as berinjelas em fatias e distribua em uma peneira grande ou escorredor. Feito isso, salpique sal sobre as fatias e deixe descansar por aproximadamente 6 minutos. Enxague em água corrente e seque com papel toalha (se preferir, passe na farinha de trigo para grelhar). Tempere com sal e pimenta. Aqueça uma frigideira grande, acrescente um fio de azeite, disponha as rodelas de berinjela e doure dos dois lados. Quando estiverem prontas transfira para um papel absorvente. Para servir, posicione no prato em forma de leque (veja a foto abaixo) e cubra com um pouco de molho de tomate.
Molho de tomate
Retire a pele e as sementes dos tomates e corte-os em cubinhos. Numa frigideira aquecida acrescente o azeite, em seguida o alho, deixe dourar um pouco e adicione os tomates. Cozinhe em fogo alto por 2 minutos e adicione o manjericão picado. Acerte o sal e a pimenta. Retire do fogo antes de ferver. Deixe descansar um pouco para pegar gosto.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Novas opções na merenda escolar

Participei ontem, na Câmara dos Vereadores de São Paulo, do II Seminário Merenda Escolar Vegetariana. O meu interesse foi obter informações sobre como o cardápio vegetariano foi implantado na cidade de São Paulo, que hoje quinzenalmente serve as crianças da rede municipal. No início deste ano fiz uma indicação a Prefeitura para que também aderisse a esta prática. Desde 2011, cerca de 1 milhão de alunos da rede pública municipal de São Paulo têm acesso quinzenal a refeições 100% livres de produtos animais, beneficiando a saúde das crianças e o meio ambiente. Os temas abordados e os resultados apresentados no II Seminário me fizeram querer ainda mais que esse projeto seja implantado em nossa cidade. A Coordenadora do Setor de Cardápio do Departamento de Alimentação Escolar da Prefeitura Municipal de São Paulo, Helena Maria Novarretti Ferreira, falou sobre as exigências técnicas do PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar) e como foi a implantação do cardápio vegetariano em 2.700 unidades educacionais. O ex-Secretário municipal de educação de São Paulo, Alexandre Schneider, que participou ativamente desta implantação, destacou que 88 toneladas de carne deixaram de ser consumidas mensalmente e que essa experiência pode e deve ser levada adiante em qualquer município gerando mais qualidade e variedade na alimentação, possibilitando uma série de aprendizagens aos alunos. Fique impressionada com os números apresentados no Seminário: além de diminuir significativamente a quantidade de carne consumida, o que se traduz em mais saúde para as crianças, é como se 200 mil campos de futebol deixassem de ser desmatados e 1,3 bilhão de litros d´água deixassem de ser consumidos. Não se trata de querer impor uma merenda 100% vegetariana as crianças, mas sim oferecer uma refeição vegetariana de 15 em 15 dias, apresentando opções saudáveis e viáveis. Desta forma atenderemos a recomendações dos órgãos de prevenção de doenças sobre a necessidade de diminuição do consumo de carne para que possamos viver com mais saúde. Como vereadora tenho obrigação de trazer melhorias para a saúde da população, e, no caso da merenda escolar com inclusão de opções vegetarianas, só existe benefícios. É um projeto que pretendo abraçar desde já! Convido você para que pratique a SEGUNDA SEM CARNE, descobrindo novos sabores, pela sua saúde, pelos animais e pelo planeta.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

31 de Outubro - Dia da Dona de Casa

Também conhecida como “dona do lar”, ou simplesmente “do lar”, a dona de casa tem um dia dedicado somente a ela, em comemoração a todo o seu esforço e aos cuidados com a casa. No dia 31 de outubro é comemorado o dia desta “supermulher”, que luta diariamente para manter a ordem familiar e o funcionamento da residência, sem ao menos receber salário ou tirar férias. 
Toda aquela que administra, dirige e cuida do lar pode ser considerada dona de casa. Mesmo que tenha a sorte de contar com a ajuda de uma secretária ou diarista, a dona de casa continua sendo a maior responsável pelas tarefas diárias, administrando as contas a serem pagas, cuidando da alimentação e da higiene da família, mantendo a casa limpa e em ordem, cuidando dos jardins, etc. Além disso, essas heroínas do lar sabem administrar como ninguém o tempo de que dispõem. Fazem todas as coisas ao mesmo tempo, sem perder a qualidade do trabalho e, ainda que não tenham grade de horários fixos, sempre conseguem algum tempo vago, que dedicam ao artesanato, ao trabalho voluntário ou mesmo ao lazer.
À essas heroínas, o meu abraço carinhoso de admiração.

Parabéns Super-Mulheres!

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Seu filho vale menos que um rato?

Qualquer ser humano normal considera que a vida de seu próprio filho vale mais do que a vida de um rato. Mas é verdade também que qualquer ser humano normal considerará a vida de seu filho mais valiosa do que a vida de uma outra criança. Isso porque conferimos mais valor àquilo de que gostamos mais. Essa questão de preferência, porém, não se reflete no valor real dos indivíduos. Nenhum ser humano normal mata uma outra criança porque seu próprio filho está precisando dos órgãos. Ninguém atualmente tenta justificar racionalmente a utilização de crianças africanas para testar medicamentos que serão comercializados nos Estados Unidos com base em argumento do tipo “Seu filho vale menos que uma criança africana?”. Para mim meu filho vale mais do que o filho do meu vizinho, mas isso não me dá direito algum sobre o filho do vizinho. Então por que esse argumento vil, malicioso e injusto é utilizado para tentar justificar o uso de animais em laboratórios? A única resposta que me ocorre é a de que existem poucos argumentos plausíveis a favor da experimentação animal. É necessário, de fato, apelar-se para esses, correndo-se o risco de simplesmente não se conseguir justificá-la. Trata-se de uma estratégia manipulatória de desespero e mesmo cientistas de renome não temem usá-la. Existem ainda outras linhas de defesa baixas da experimentação animal. Uma delas diz que sem a pesquisa em animais a ciência ficará estagnada. Isso é condicionar todo o pensamento científico a uma única metodologia. Caso isso fosse verdadeiro, se isso de fato assim o fosse, não seriam necessários cientistas nos centros de pesquisa, bastariam técnicos capazes de seguir protocolos experimentais. Isso seria também negar todas as descobertas científicas realizadas sem animais, baseadas na observação de fenômenos em situações de campo, ou seja, praticamente todas. Outra linha trata de colocar os ativistas pelos direitos animais como fundamentalistas irracionais, terroristas, culpados por todo o atraso da ciência. Essa tentativa de retratar ativistas como criaturas obscuras e medievais, de desumanizá-los ou compará-los a nazistas nada mais é do que uma estratégia de desespero. Quando acusações reais não são possíveis, apela-se ao irreal. E cientistas mandam para si mesmos cartas ameaçadoras e se colocam como mártires pela ciência, e apesar de tudo continuarão com seu importante trabalho, pelo bem da humanidade. Mas se há algo de medieval e nazista em toda essa história isso ocorre quando se acendem fogueiras para queimar um inimigo que não existe, ou quando se utilizam argumentos de cunho supremacista para justificar o injustificável, como a pergunta que dá título a esse artigo. Mesmo que cientistas sejam, eventualmente, ameaçados por um ou outro ativista, essas ameaças refletem a única manifestação contrária ao que eles praticam diariamente contra criaturas tão sencientes quanto seus próprios filhos. As ameaças são atitudes de desespero de pessoas que sabem que não podem apelar para as leis nem a nenhuma força legal. Esses cientistas são culpados, não são vítimas como querem se colocar. Ainda assim, ameaças, mesmo quando existem, quase nunca são levadas a cabo. Nossa cultura nos faz conferir valores diferente para vidas animais e humanas. Mas ela também nos faz conferir valores diferentes para as pessoas que conhecemos e as que não conhecemos, para povos com os quais temos boas relações e para aqueles aos quais somos indiferentes, para animais com os quais simpatizamos e para aqueles com que não simpatizamos. Essas questões de preferência pessoal nada têm a ver com o valor real da vida. Quando cientistas de renome fazem uso dessa psicologia para tentar justificar seus crimes, quando esses argumentos são os melhores que existem para defender a experimentação animal, fica evidenciado que a vivissecção é uma instituição em ruínas.

Texto de Sérgio Greif
Biólogo formado pela UNICAMP


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Outubro Rosa

Mês de outubro está acabando e só em Ribeirão Preto pelo menos 1.000 mulheres em idade de risco não fizeram a mamografia, exame preventivo de câncer de mama. Se você está neste rol de mulheres, procure um posto de saúde mais próximo. Se conhece alguém que não fez, incentive-a a fazer. O câncer de mama, quando diagnosticado no início tem grandes chances de cura. Faça sua parte, cuide-se e incentive quem está ao seu redor.